Dia D | Crítica – Vale a pena assistir?

Produção de Steven Spielberg finalmente foi lançada e está dando o que falar!

Dia D conquista certificado fresh no rotten tomatoes
Divulgação

Classificação:

Nota ótimo

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Considerado um dos maiores cineastas vivos de hollywood, Steven Spielberg traçou uma carreira de sucesso que com o tempo se tornou muito diversifica. Ainda assim, alguns dos seus sucessos do passado como Contatos Imediatos de Terceiro Grau e E.T. O Extraterrestre seguem sendo constantemente lembrados pelo público. Após anos distante do gênero de ficção, agora o cineasta então está de volta com o filme Dia D. Mas afinal, será que vale a pena assistir ao filme? Bem, neste texto falaremos sobre tal assunto.

Qual a história de Dia D?

Steven Spielberg retorna a um dos gêneros mais marcantes da sua carreira, mas agora trazendo para o centro da trama de Dia D uma abordagem completamente conspiratória que envolve um grupo de pessoas completamente diferentes em lados opostos.

Desde as suas primeiras cenas, o filme já intensifica sua trama e prepara o público para revelações que estão por vir com Daniel Kellner (Josh O’Connor). Em paralelo, a jornalista Margaret Fairchild (Emily Blunt) tem um encontro misterioso na manhã de trabalho e passa a agir de forma estranha.

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Entre descobertas surpreendentes e ameaças cada vez mais próximas, os protagonistas embarcam em uma corrida contra o tempo que pode redefinir o futuro da humanidade e transformar para sempre a forma como enxergamos o universo ao nosso redor.

Um filme de Steven Spielberg que vai além dos aliens

Dia D - Novo filme de Spielberg ganha trailer oficial
Divulgação

Prometendo situações de grandes mistérios desde a sua campanha promocional, o filme Dia D é iniciado com sua trama estabelecendo já em suas primeiras cenas um cenário de perseguições e promessas de revelações. Ainda assim, é interessante o fato de que esta produção conta com uma abordagem geral diferente de outros filmes do gênero do diretor.

O roteiro de David Koepp, que foi desenvolvido a partir da história de Spielberg, entrega uma abordagem diferente envolvendo alienígenas quando comparado com outras produções do cineasta no passado. Aqui, mesmo que a ideia seja mostrar que não estamos sozinhos no universo, as construções e revelações são construídas de forma diferente até chegar ao seu momento final.

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Um ponto interessante, por exemplo, é que no meio de toda esta perseguição temos um momento em que o cineasta encontra espaço para inserir a religião na trama. Mesmo que seja de forma rápida, simples, sem grande aprofundamento, este cenário chama atenção. Até onde é possível manter sua fé e também acreditar em vidas de outros planetas?

Entretanto, os elementos conspiratórios, assim como a luta de lados diferentes defendendo ideologias segue sendo o ponto central da história que vai sendo construída. Os encontros improváveis também entram em foco quando a história vai colidindo, embora tenha momentos de oscilações. O destaque, no entanto, fica justamente para o desfecho em um momento que hollywood apresenta problemas constantes com terceiro ato de diversos projetos.

Assinaturas marcantes de Spielberg e John Williams

Além de contar com uma trama mirabolante, a produção de Dia D também entrega ao público ao longo das suas cenas algumas assinaturas clássicas dos principais nomes envolvidos em seus bastidores. Os elementos de escapadas impossíveis de Steven Spielberg marcam presença em algumas cenas, ao ponto de aqueles que não conhecem tanto seus antigos projetos até estranharem o que está acontecendo.

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Mas sim, estes elementos fazem parte da sua assinatura em projetos como Prenda-me Se For Capaz, Jurassic Park, E.T. O Extraterrestre, Guerra dos Mundos, e tantos outros títulos. Fugas improváveis é uma assinatura do diretor, e desta vez não é diferente. Outro elemento que também chama atenção é a trilha sonora de John Williams, que continua sendo um complemento perfeito para esta parceria.

Atuações também se destacam nesta trama intensa

Dia D ganha novo trailer antes da sua data de estreia durante o Super Bowl
Divulgação

Em um filme que se destaca por assinaturas de bastidores, o elenco também encontra espaços para se destacar em Dia D. Emily Blunt, por exemplo, rouba a cena em diversos momentos com sua atuação que consegue flutuar de momentos intensos de mistérios até uma abordagem mais cômica quando necessária. Josh O’Connor, por sua vez, é o nome do filme voltado para o arco de grandes tensões ao lado de Colman Domingo e Colin Firth.

Esta última dupla, por sinal, também se destaca em atuações que contam com tons totalmente diferentes em lados opostos dos acontecimentos. Ainda assim, algumas cenas também conquistam o público justamente quando eles estão contracenando.

Afinal, vale a pena assistir Dia D?

Se você é fã de Steven Spielberg, assim como do gênero sci-fi, com certeza está pensando em assistir Dia D nos cinemas. Para muitos a resposta será positiva, enquanto outros não irão gostar da abordagem escolhida pelo cineasta. E talvez, sendo muito sincero, este seja o ponto mais interessante sobre esta produção.

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Acontece que este filme como um todo é muito mais do que mais um projeto cinematográfico, ele traz a assinatura de um dos maiores cineastas da história. Spielberg não gosta de explicar as suas histórias deste estilo, mas sim de instigar pensamentos. Todo o projeto demonstra isso, e fica ainda mais claro quando pensamos em algumas das suas clássicas produções do passado.

Dia D, obviamente, não está nem perto de alcançar os clássicos já assinados pelo cineasta. Entretanto, não dá pra sair da sala de cinema falando que este não é um filme de Steven Spielberg. Ele não epenas é, como também leva todas as assinaturas do cineasta. Não espere algo revolucionário, pois aqui você não irá encontrar.

Este projeto tão aguardado, e que vem dividindo opiniões, é simplesmente uma reunião de ideias das quais o cineasta que o comanda claramente acredita. É simples, cheio de perseguições mirabolantes, perde o ritmo em certos momentos, mas entrega um resultado interesante no momento em que muitos falham. Dia D é mais do que aliens, é sobre os humanos compartilharem uma crença, aceitarem outras opiniões, e conseguirem manter um relacionamento em situações divergentes.

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Marco Victor
Marco Victor
Amante de filmes, séries e games, criou o Jornada Geek em 2011. Em 2012 se formou em Jornalismo pela UniAcademia, e a partir de então passou a fazer cursos com foco em uma especialização em SEO. Atualmente é responsável por desenvolver conteúdos diários para o site com focos em textos originais e notícias sobre as produções em andamento. Considera Sons of Anarchy algo inesquecível ao lado de 24 Horas, Vikings e The Big Bang Theory. Espera ansioso por qualquer filme de herói, conseguindo viver em um mundo em que você possa amar Marvel e DC ao mesmo tempo.

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